Mamães Gyaru

19:23 Tokyo Fashion Girls 5 Comentários

Acontece até com as gyaru... elas crescem, mudam o seu estilo, e têm filhos...

No Japão as meninas são incentivadas para ter filhos cedo e se possível dois ou mais, como uma tentativa de aumentar a população jovem do país.
É um pouco difícil de imaginarmos essas mulheres com cara e jeito de menininhas, olhos enormes e roupas coloridas sendo mães não é?
Mas diferentemente daqui do Brasil, as gyaru japonesas não viram mulheres descuidadas com a aparência, pelo contrário!

Muitas mamães gyaru não deixam o seu estilo, talvez partam pra um estilo mais suave como Onee gyaru, mas nunca descuidam da aparência, nem da de seus filhos! Existem várias revistas no mercado para as mamães, além das dicas de penteado, maquiagem e roupas, também trazem dicas de decorações para quartos infantis, receitas de comidas para os pimpolhos e novidades de moda para crianças.
A revista mais famosa é a "I love mama" mas temos algumas revistas que estão fazendo edições especiais para mamães como a "Jelly Mama"









Muitas gyaru vêm se tornando mães nesses últimos anos, Rumiringo foi uma das primeiras, e teve até uma sessão na revista "EGG" chamada "Rumi's diary" onde ela contava sobre a sua vida de mãe. Rumi adotou um estilo mais suave de se vestir.




Já Kaoru Watanabe não mudou nada depois da gravidez, continuou sendo uma galaxxxy girl e ainda veste a sua filha Michiru com o mesmo tipo de roupa.



Uma coisa que há em comum com as mães gyaru é que a maioria delas tenta manter um sigilo absoluto do rosto do seu bebê, como muitas celebridades de todas as nacionalidades também fazem, mas inevitavelmente o rostinho deles acaba vindo à tona, devido ao grande número de fãs que essas modelos têm. A modelo Nozomi Tsuji escondeu o rosto de sua filha Noa por muito tempo, até que fotos dela vazaram na internet.




Quem até hoje está conseguindo esconder o rosto do filho é a nossa amada modelo Tsubasa Masuwaka.



Espero que tenham gostado do post gals ♥

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Esmalte da semana

13:39 Tokyo Fashion Girls 3 Comentários



Renda charmosa + glitters da big universo

Duplinha perfeita ♥

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Tendências de outono - sapatos com peles

18:00 Tokyo Fashion Girls 9 Comentários

Atenção: O Tokyo Fashion Girls não apoia o uso de peles! Como o nosso foco é na moda oriental, estamos apenas falando sobre uma tendência e não apoiando-a.



O verão mais quente que Tokyo registrou nos últimos 100 anos está prestes a acabar, e isso significa uma coisa para nós fashionistas - Tendências de outono! Há várias marcas japonesas mudando as suas coleções para essa estação, mas todas estão girando ao redor de uma só coisa - pele (ou pele falsa). Mesmo com a desaprovação de alguns, a realidade é que as peles vão estar em todos os lugares de Tokyo nesse outono e inverno, o que não é uma novidade, já que os japoneses sempre foram e sempre serão adeptos dessa tendência. Como quase tudo pode ser feito com peles, vamos falar hoje sobre os sapatos e leg warmers.

No verão passado, nós vimos aparecer os sapatos com peles nas vitrines de algumas lojas, quando o outono chegou oficialmente, a tendência já tinha se espalhado para todo o tipo de lojas de roupa em Shibuya, Shinjuku e Harajuku. Essa tendência passa por vários grupos de idade e subculturas, desde as gyaru de Shibuya 109 até as madames refinadas de Aoyama e Omotesando.



Os leg warmers de peles além de estarem mais ecologicamente amigáveis (você não tem que jogar fora as suas botas no outro ano quando outra tendência aparecer), mas eles também estão com preços mais amigos. Porquê gastar 10.000 yens em um novo par de botas quando você pode gastar 1000 yen em um leg warmer? Nas lojas há uma variedade bem grande de peles naturais e sintéticas, mas nesse artigo tentamos colocar o máximo de fotos com peles sintéticas, para que vocês vejam que não é necessário matar um animal para se ter um acessório bonito. Falando em peles falsas, tem também outra diferença entre as botas e os leg warmers: enquanto a maioria das botas utilizam peles de verdade, a maior parte dos leg warmers usam peles sintéticas (que são chamadas de pelúcia).














Traduzido do Tokyofashion.com

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Abracadabra Magic

20:33 Tokyo Fashion Girls 5 Comentários

Make japonesa ganha a gente pela embalagem, né? Mesmo sabendo que a qualidade do produto é ótima vc pode admitir que comprou aquela make niponica pq a embalagem era linda de morrer! haha

Pensando nisso nosso querido Shu Uemura lançou sua nova coleção de makes em parceria com a ilustradora Aya Takano que faz parte dos estúdios KaiKai Kiki de Takashi Murakami! Nem preciso dizer que a linha toda é uma fafura completa, começando pelas fotos de divulgação...


A linha conta com:



Batom e Gloss nas cores Passio Red, Love Apricot e Harmony Pink



Paletas reindeer kiss xxx e bowwow! magic queen


Necessaire e bolsinha para pincéis

Blush na cor miracle cherry e óleo de limpeza

E uma linha bafo, como sempre, de cílios postiços decorados :D

Quem não quer levar tudo pra casa?

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Tá linda

16:18 Tokyo Fashion Girls 5 Comentários










Queria todos os looks pra mim!!
Agora escolhe a sua favorita e conta pra gente :D

xoxo

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♥ Almanaque Tokyo - Visual Kei ♥

16:12 Tokyo Fashion Girls 9 Comentários



Visual kei , ou visual j-rock, é um movimento musical que surgiu no Japão na década de 1980.

Consiste na mistura de diversas vertentes musicais como rock, metal e, muitas vezes, uso de instrumentos relacionados à música clássica, tais como violino, violoncelo, orgão, cravo e piano (exemplo de bandas que utilizam esta influência seriam MALICE MIZER, Moi dix Mois e Sito Magus). Uma das peculiaridades desse movimento é a ênfase na aparência de seus artistas, muitas vezes extravagante, outras vezes mais leve, mas quase sempre misturada com a androginia, e shows chamativos. No visual kei a música anda sempre ao lado da imagem e vice-versa.

Algumas bandas consideradas pioneiras do visual kei são, X JAPAN, D’ERLANGER, NIGHTMARE , DEAD END, BUCK-TICK, Kamaitachi e COLOR. O movimento teve seu auge em meados da década de 1990, quando bandas como BUCK-TICK, X JAPAN, LUNA SEA, Kuroyume, MALICE MIZER, SHAZNA e outras conquistaram o público e o mercado japonês. Mais tarde, durante os anos 2000, bandas como Nightmare,Moi dix Mois, D'espairsRay, BLOOD, Art Cube, Kagerou, Kagrra,, Onmyo-Za,Alice Nine e the GazettE iniciaram campanhas oficiais na Europa e em alguns países das Américas, lugares onde hoje em dia também já existe uma base sólida de fãs do movimento.

O visual kei sempre foi um movimento dinâmico e com o tempo foi ganhando variadas vertentes.

Como o nosso blog fala sobre moda, vou falar apenas do estilo de moda "Visual Kei"

O estilo é caracterizado pelo uso de roupas elaboradas que lembram o estilo gótico ou punk, maquiagens e cabelos extravagantes. O Visual Kei foi influenciado pela moda de Harajuku, especialmente por aqueles que frquentavam a Jingu Bashi (aquela ponte de Harajuku).

A maior parte das pessoas que usam o estilo são fãs de bandas que cantam esse tipo de música, muitos também fazem o chamado "V-cos" que é como se fosse um cosplay de cantores desse estilo, como o Gackt (época Malice Mizer) e Mana-sama.

Subdivisões

Como visual kei é um termo que não denomina diretamente um determinado tipo de musicalidade, uma parte da comunidade utiliza outros termos que denominam subgêneros na hora de explicar características da música. Porém, como uma parte dessas divisões foi concebida apenas pela aparência externa, não devem ser utilizadas como uma divisão rígida da música. Esses gêneros se diversificaram a partir da segunda metade da década de 1990, mas foram sendo "selecionados" e recentemente alguns caíram em desuso. É característico que um gênero, ao expandir sua influência, acabe causando a perda de popularidade dos demais gêneros de forma rápida. Também é comum haver uma separação de gêneros por regiões.

Kotevi kei

Gênero interpretado e tido como um dos mais proeminentes, ao menos na década de 1990. Pensa-se que o nome foi dado como antônimo de "soft visual kei".

O kotevi kei tem tendência a dar mais ênfase à presença de palco do que a performance musical em si, sendo caracterizado pelo uso de roupas esplendorosas e vistosas. As bandas atuam predominantemente na cena indie (independente), com poucos grupos atuando como major. A primeira fase de Dir en grey é um exemplo de kotevi kei que chegou a atuar como major. Kotevi kei também é freqüentemente chamado de "kote kei". Embora seja comumente tratado como o contrário do soft visual kei, ambos os estilos têm origem na cidade de Osaka e fizeram sucesso em épocas próximas, tendo, portanto, diversas semelhanças.


Due le Quartz

Dentro do kotevi kei podemos distinguir ainda o "kuro kei (grupo preto)" e o "shiro kei (grupo branco)".
O kuro kei é caracterizado pelo seu som pesado e obscuro e por suas composições mais rápidas.


Dir En Grey


Madeth Gray'll

Enquanto que o "shiro kei" é voltado para um som melodioso e composições "limpas".A banda responsável pela criação do shiro kei seria L'Arc~en~Ciel, que, no começo de sua carreira, costumava se apresentar com a cor branca em destaque em suas roupas. Além disso, L'Arc~en~Ciel tocava músicas com características dos sons visual kei, mas não tão pesadas e agressivas quanto os trabalhos de alguns de seus contemporâneos do mesmo movimento.


L'arc~en~ciel

Kurofuku kei

Segundo o nome, é um estilo cuja base é formada pelas roupas com elementos pretos. Refere-se a bandas do final da década de 1980 e da primeira metade da década de 1990, que possuíam um estilo mais obscuro, com possível referência ao gótico. Não é comum usar o termo "kurofuku kei" para se referir às bandas que utilizavam roupas compostas por esmalte.

Diz-se que Youka é a banda precursora deste movimento. Também se encaixam neste estilo BUCK-TICK,LUNA SEA, ZI:KILL, Kuroyume e BY-SEXUAL (ao menos, no início de suas respectivas carreiras).
Há diversas bandas que tentaram seguir o kurofuku kei. Ao se comparar com o kotevi kei, a maquiagem é pouca, e é comum usar maquiagens que dêem uma imagem mais obscura.


Bucktick


By-Sexual

Soft visual kei

Conforme o nome, são bandas que utilizam como fundamento roupas pouco chamativas e maquiagem leve (por exemplo, apenas base). É o estilo de visual que possui o maior número de fãs homens. Surgiram com força no final da década de 1990, com diversas bandas atuando como major ou próximos disso, ao contrário do kotevi kei, que ganhava destaque na cena indie, na época. Alguns exemplos de bandas de soft visual kei são GLAY, SIAM SHADE, SOPHIA, Janne Da Arc e Sid (ao menos, no início de suas respectivas carreiras). O estilo teria entrado em "vias de extinção", juntamente com o kotevi kei, no início do novo século.


Janne D'arc


Siam Shade

Oshare kei

Encaixam-se neste rótulo bandas que se vestem com roupas "fashion" (com mais pormenores e mais vistosas). Esses grupos explodiram na cena indie entre 2002 e 2004, quando a influência das bandas kotevi kei começou a cair (no final de 2001, Dir en grey começou a distanciar-se bruscamente do kotevi kei, por exemplo). Diz-se que este movimento tem suas raízes nos trabalhos do baroque.

No oshare kei, é comum ouvir composições mais pop e "coloridas" do que as de outras bandas, incorporando uma tendência de um ritmo mais variado. Bandas representativas são AN CAFE, Ayabie, Charlotte, Aicle, SuG , entre outras.


An Cafe


Charlotte

Koteosa kei

Tornando-se popular a partir de 2005, é percebido com um estilo para o qual o oshare kei teria "evoluído". Tanto pela aparência quanto pela música, pode-se pensar que é resultante da fusão de oshare e kotevi kei. Exemplo de uma banda é LM.C


Lolita23q


L.M.C.

Iryou kei

Nome dado às bandas que chegaram a usar aparência que remete a uma atmosfera médica, como roupas de hospital, gazes ou curativos de olhos. Pode-se citar como exemplos PIERROT, MALICE MIZER e La'Mule. Até mesmo no cinema e na literatura há casos de obras que usaram cenários escuros como os que existem nos hospitais, e estas bandas chegaram a utilizar tais elementos para representar sua música nesta atmosfera. As composições seriam obscuras e remeteriam a locais sombrios e úmidos.


+Isolation


Lulu

Nagoya kei

Um dos termos genéricos usados para designar as bandas de visual kei cujas atividades se concentram nos arredores de uma determinada cidade ou região japonesas, no caso, Nagoya. O exemplo mais representativo do nagoya kei é Kuroyume. Essas bandas ganharam força por volta de 1990 e prosperaram no cenário de gravadoras independentes. Também houve diversas bandas que atuaram no cenário das grandes gravadoras, mas como a popularidade do visual kei começava a diminuir rapidamente, também houve diversas bandas que duraram pouco tempo. Também há bandas que continuaram atuando mesmo após a queda da popularidade do visual rock, tais como ROUAGE, Laputa e FANATIC◇CRISIS.

Há diversas bandas que se aproximam dos gêneros kotevi e kurofuku kei, mas em relação à música, os grupos costumam desenvolver sonoridades próprias. A tendência de pessoas de Nagoya não simpatizarem com pessoas da região de Kanto, particularmente da cidade de Tóquio, teria feito com que essas bandas atuassem próximas uma das outras, o que pode ter contribuído para um ambiente mais fechado, onde as características peculiares desse estilo puderam tomar forma.


Deathgaze


Rouage

Angura kei e eroguro kei

"Angura" é uma palava japonesa equivalente à inglesa "underground", um termo que designa manifestações alternativas e de pouca exposição na mídia. O conceito do angura kei foi aplicado primeiro nos teatros japoneses nos anos 1960 e depois em outras formas de arte, como pintura e música. A intenção era criar algo unicamente japonês, uma contracultura, se opondo à invasão cultural estadunidense—que começou após a Segunda Guerra Mundial.

Desde o início dos anos 1990, a música angura kei vem conquistando restrita popularidade no Japão, sem perder seus conceitos de contra-cultura—um rock despretencioso, misturado com cultura nipônica. Um famoso exemplo de angura kei é a banda Inugami Circus Dan, formada por três homens e tendo no vocal uma mulher, algo incomum no visual kei.

A palavra "eroguro" é uma mistura adaptada para o japonês das palavras "erotic" ("erótico" em inglês) e "grotesque" ("grotesco" em inglês). O termo "eroguro kei" vem do movimento "eroguro nonsense", estilo artístico criado no Japão por volta de 1920, expressado através da literatura, artes visuais e, no final dos anos 1980, na música, principalmente no movimento visual kei. Temas decorrentes do eroguro kei são representações decadentes de sexualidade, horror chocante e humor sádico, embora isto não seja uma regra (vide próximo parágrafo).

Um grupo reconhecido como pertencente ao eroguro kei é o extinto cali≠gari. Seu single "Kimi ga Saku Yama" (de 2000) tinha como tema a necrofilia. O CD trazia estampado o resultado de uma pesquisa feita com cem estudantes colegiais: "Você gosta de necrofilia?" -- 42% responderam "não", 29% responderam "sim", 19% ficaram indecisos e 10% não responderam.

Uma banda que assume claramente o rótulo de eroguro kei é Merry, que teve algumas capas de discos criadas pelo renomado quadrinhista eroguro Suehiro Maruo.

Estas definições de angura kei e eroguro kei não são definitivas ou absolutas. As informações sobre os assuntos disponíveis em idiomas ocidentais são escassas ou, em muitos casos, de baixa confiabilidade, por serem textos que freqüentemente expressam as visões pessoais de fãs. Algumas vezes, é difícil definir até mesmo se uma banda é na verdade eroguro ou angura. MUCC é um grupo associado por muitos fãs ao eroguro kei, embora não haja evidências de que algum trabalho do MUCC encaixe-se em tal rótulo. Outros exemplos de bandas associadas ao angura kei e/ou ao eroguro kei são Guruguru Eigakan e Dagashi Kashi


Caligari


Inugami Circus Dan


Onmyouza

Características estéticas

Maquiagem


Como foi visto nas fotos acima, a maioria dos estilos de VK fazem maquiagens pesadas com tons escuros, nas variantes mais leves observa-se só a presença de base e corretivo, nada muito chamativo.





Cabelos

O cabelo é geralmente liso, de tamanho médio a longo e com cortes desconexos, geralmente usam gel ou spray para deixar os cabelos em pé. Em todos os estilos é aceito pintar os cabelos, em tons comuns ou fantasia, sendo comuns até mesmo o uso de três ou mais cores.





Outfit

As roupas desse estilo podem seguir três tipos de padrão:
Gótico: com o uso de roupas pesadas como sobretudos e vestidos longos, com cores escuras como vermelho e preto. Alguns costumam se vestir com referência aos estilos vitoriano e Rococó, mas nunca abrindo mão das cores sombrias.
Punk: São versões mais coloridas do VK, com o uso de shorts e saias, e muitas cores como vermelho, azul, preto...
Casual: São as roupas "normais" que podem ser usadas para sair na rua sem causar polêmica.



Vídeos de bandas que seguem o estilo







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